sábado, 27 de fevereiro de 2021

Jovem que matou garota gamer em SP afirma fazer parte de grupo de soldados contra o cristianismo

 

Jovem que matou garota gamer em SP afirma fazer parte de grupo de soldados contra o cristianismo: ‘Não terá Deus para protegê-los’

Miguel Gomes

Publicado

  

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Reprodução | Twitter

Guilherme Alves Costa, de 18 anos, que matou Ingrid Oliveira Bueno da Silva com golpes de facas, escreveu um livro que contém planos para executar pessoas cristãs.

O caso aconteceu em Pirituba, zona norte de São Paulo, na última segunda-feira (22). A garota tinha 19 anos.

O criminoso foi preso em flagrante após confessar o crime. Em tom de deboche e sem apresentar nenhum arrependimento, ele disse que cometeu o ato brutal ‘porque quis’. Ele permanece detido por apresentar riscos à sociedade.

No documento, o jovem afirma fazer parte de um “grupo de soldados contra o cristianismo”.

Ao prestar depoimento no 87º Distrito Policial, ele disse que tudo já estava planejado com duas semanas de antecedência.

Ainda segundo ele, os motivos para executar a garota estavam descritos num livro escrito por ele.

“Participo de um grupo de soldados que estão preparados para fazer a mesma coisa que eu efetuei. Eu não sou o líder do meu grupo, sou apenas um soldado que cumpriu uma missão que lhe foi designada. O meu exército é totalmente sigiloso”, diz trecho do depoimento.

De acordo com a polícia, os jovens teriam se conhecido em um jogo online e marcado um encontro ao vivo. A garota, conhecida popularmente como Sol, teria ‘atravessado o caminho’ de Guilherme, segundo ele, pois, se recusou a realizar um ataque contra cristãos.

“Através deste ataque, vou apresentar nossas ideias e do que somos capazes de fazer. […] Sejam obedientes e façam tudo que exigirmos, até porque quando um soldado entrar em alguma denominação cristã com uma automática [arma] efetuando diversos disparos contra o crânio de fiéis, não terá um Deus para protegê-los”, diz outra parte do depoimento.

Ainda não há nada que comprove a existência do suposto grupo secreto, do qual Guilherme assegura fazer parte, e que ele faz questão de incitar ódio e ataques contra igrejas.

Segundo uma reportagem da TV Bandeirantes, a delegada responsável pelo caso quer confirmar a veracidade das declarações feitas pelo criminoso e entender se a garota foi morta ao tentar impedi-lo de executar algum tipo de ação contra cristãos.

Jogadora de Call of Duty: Mobile pelo time FBI E-Sports, Ingrid era uma gamer bastante conhecida no segmento, e gostava de se vestir de a caráter dos personagens que ela criava para si mesma nos jogos. Já Guilherme, por sua vez, atuava na equipe Gamers Elite.

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terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

Filho de ex-prefeito de Campo Grande ( Levy Dias ), morre por Covid

 

Filho de ex-prefeito de Campo Grande morre por Covid-19 nesta terça-feira

O empresário Emerson Espíndola Dias estava internado desde o dia 7 de janeiro, no Hospital El Kadri
23/02/2021 09:19 - Gabrielle Tavares

    

O empresário Emerson Espíndola Dias, de 39 anos, faleceu na madrugada desta terça-feira (23), vítima da Covid-19. Levyzinho Dias, como era conhecido, era filho do ex-prefeito da Capital, Levy Dias.

Ele estava internado no Hospital El Kadri desde o dia 7 de janeiro. Os protocolos contra o coronavírus impedem realização de velórios para as vítimas da doença, o enterro está previsto para acontecer no cemitério Parque das Primaveras, em Campo Grande.

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Levyzinho foi dono de um dos bares mais tradicionais da cidade, Café Mostarda, e atualmente trabalhava como administrador em uma empresa. Ele deixa um filho pequeno, Eros Dias.

Seu pai, Levy Dias, foi prefeito da Capital (1980-1982), deputado federal entre (1979-1987) e deputado federal constituinte (1987-1991). Em 1980 se licenciou do mandato de deputado federal para assumir o cargo de prefeito de Campo Grande.

O amigo próximo da família, Nilson Pereira, publicou em suas redes sociais nota de pesar, onde diz que a última vez que viu Levyzinho tinha sido antes dele se infectar com a doença, no fim do ano passado. 

"Que Deus, com sua infinita bondade, receba em seu Reino mais essa vitima desse vírus, muitas vezes mortal", lamentou.

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Sonda da NASA parece ter flagrado um objeto entrando na atmosfera de Júpiter Por Danielle Cassita | 18 de Fevereiro de 2021 às 13h05 NASA/JPL-Caltech/SwRI/MSSS/Kevin M. Gill Muitas vezes, descobertas científicas ocorrem quando os instrumentos estão voltados para o lugar certo, na hora certa. Foi o que aconteceu com a sonda Juno, da NASA, que sobrevoa Júpiter para estudá-lo de pertinho. Ao analisar os dados de um dos instrumentos da sonda, uma equipe de cientistas identificou a breve ocorrência de um brilho forte à altitude de 225 km, que pode ter sido causado por um meteoro explodindo na atmosfera joviana. Sonda Juno resolve mistério sobre Júpiter, que intrigava cientistas há 2 décadas Sinta-se a bordo da sonda Juno sobrevoando Júpiter de pertinho com este vídeo Missão Juno poderá ser estendida para analisar ainda melhor Júpiter e suas luas A sonda está na órbita do planeta desde 2016 e, entre seus instrumentos científicos, existe o UVS. Trata-se de um espectrógrafo ultravioleta que tem a missão primária de estudar a atmosfera do planeta em busca da ocorrência de auroras. A observação em questão ocorreu enquanto a Juno seguia em sua órbita elíptica em torno de Júpiter, que só passa pelo ponto mais perto do planeta a cada 53 dias — neste período, o UVS consegue coletar dados por cerca de 10 horas. A Juno já produziu grandes registros do planeta, além de informações sobre seu campo magnético e gravitacional (Imagem: Reprodução/NASA/JPL-Caltech) Contudo, se a nave tiver o azar de passar em uma área com bastante radiação, os dados obtidos são prejudicados. Para completar, a Juno realiza rotações a cada 30 segundos, de modo que o UVS consegue coletar dados por cerca de 7 segundos por rotação se a nave estiver no ponto mais próximo do planeta. Assim, quando eles analisaram as imagens obtidas pelo sensor, notaram que o pico de brilho aconteceu em uma área um tanto estranha. Para descobrir qual seria a causa disso, tiveram que eliminar possíveis fontes. As auroras foram as primeiras candidatas analisadas, mas logo foram descartadas porque o excesso de brilho ocorreu em uma área que ficava fora de onde elas costumam acontecer. Depois, a próxima possível causa foi a ocorrência de um evento luminoso transiente (TLE), breves e poderosas emissões de luz na atmosfera superior do planeta. Nesse caso, eles até já foram observados na mesma área em que ocorreu o brilho e têm espectro similar àquele das auroras. Por outro lado, nunca foi observado um TLE com brilho do tamanho do que o UVS observou desta vez. Por fim, era preciso entender se os dados misteriosos vinham de algum erro do instrumento; se isso tivesse acontecido, os fótons estariam posicionados de forma aleatória, mas eles estavam agrupados, o que mostra que não havia problemas no funcionamento do UVS. Imagem do instrumento UVS, com detalhe do objeto e onde ocorreu o seu impacto (Imagem: Reprodução/Giles et all) No fim das contas, a equipe concluiu que o instrumento provavelmente observou o brilho causado pela explosão de um meteoro após a entrada de um objeto na atmosfera de Júpiter. Com base na energia emitida, os cientistas estimam que o objeto pese entre 250 kg e 5 toneladas, com até 4 m de extensão. Impactos do tipo no planeta não são exatamente raros, já que Júpiter é o segundo maior corpo do Sistema Solar e sua gravidade acaba atraindo vários objetos espaciais constantemente. Assim, a equipe calcula que provavelmente há milhares de outros eventos do tipo a serem detectados se a Juno ou outra nave estiverem voltadas para a direção certa. Rohini Giles, autor que liderou o estudo, ressalta a importância científica de estudos de impactos: "os impactos de asteroides e cometas podem ter efeitos significativos na química da estratosfera de Júpiter", explica. "Definir a taxa de impacto é uma parte importante para o entendimento da composição do planeta". O artigo com os resultados do estudo foi publicado no repositório online arXiv, sem a revisão de pares. Fonte: Universe Today, Forbes Gostou dessa matéria? Inscreva seu email no Canaltech para receber atualizações diárias com as últimas notícias do mundo da tecnologia. Email Email COMENTÁRIOS Ofertas Canaltech

 

Sonda da NASA parece ter flagrado um objeto entrando na atmosfera de Júpiter

Por Danielle Cassita | 18 de Fevereiro de 2021 às 13h05
 NASA/JPL-Caltech/SwRI/MSSS/Kevin M. Gill

Muitas vezes, descobertas científicas ocorrem quando os instrumentos estão voltados para o lugar certo, na hora certa. Foi o que aconteceu com a sonda Juno, da NASA, que sobrevoa Júpiter para estudá-lo de pertinho. Ao analisar os dados de um dos instrumentos da sonda, uma equipe de cientistas identificou a breve ocorrência de um brilho forte à altitude de 225 km, que pode ter sido causado por um meteoro explodindo na atmosfera joviana.

A sonda está na órbita do planeta desde 2016 e, entre seus instrumentos científicos, existe o UVS. Trata-se de um espectrógrafo ultravioleta que tem a missão primária de estudar a atmosfera do planeta em busca da ocorrência de auroras. A observação em questão ocorreu enquanto a Juno seguia em sua órbita elíptica em torno de Júpiter, que só passa pelo ponto mais perto do planeta a cada 53 dias — neste período, o UVS consegue coletar dados por cerca de 10 horas.

A Juno já produziu grandes registros do planeta, além de informações sobre seu campo magnético e gravitacional (Imagem: Reprodução/NASA/JPL-Caltech)

Contudo, se a nave tiver o azar de passar em uma área com bastante radiação, os dados obtidos são prejudicados. Para completar, a Juno realiza rotações a cada 30 segundos, de modo que o UVS consegue coletar dados por cerca de 7 segundos por rotação se a nave estiver no ponto mais próximo do planeta. Assim, quando eles analisaram as imagens obtidas pelo sensor, notaram que o pico de brilho aconteceu em uma área um tanto estranha.

Para descobrir qual seria a causa disso, tiveram que eliminar possíveis fontes. As auroras foram as primeiras candidatas analisadas, mas logo foram descartadas porque o excesso de brilho ocorreu em uma área que ficava fora de onde elas costumam acontecer. Depois, a próxima possível causa foi a ocorrência de um evento luminoso transiente (TLE), breves e poderosas emissões de luz na atmosfera superior do planeta.

Nesse caso, eles até já foram observados na mesma área em que ocorreu o brilho e têm espectro similar àquele das auroras. Por outro lado, nunca foi observado um TLE com brilho do tamanho do que o UVS observou desta vez. Por fim, era preciso entender se os dados misteriosos vinham de algum erro do instrumento; se isso tivesse acontecido, os fótons estariam posicionados de forma aleatória, mas eles estavam agrupados, o que mostra que não havia problemas no funcionamento do UVS.

Imagem do instrumento UVS, com detalhe do objeto e onde ocorreu o seu impacto (Imagem: Reprodução/Giles et all)

No fim das contas, a equipe concluiu que o instrumento provavelmente observou o brilho causado pela explosão de um meteoro após a entrada de um objeto na atmosfera de Júpiter. Com base na energia emitida, os cientistas estimam que o objeto pese entre 250 kg e 5 toneladas, com até 4 m de extensão. Impactos do tipo no planeta não são exatamente raros, já que Júpiter é o segundo maior corpo do Sistema Solar e sua gravidade acaba atraindo vários objetos espaciais constantemente.

Assim, a equipe calcula que provavelmente há milhares de outros eventos do tipo a serem detectados se a Juno ou outra nave estiverem voltadas para a direção certa. Rohini Giles, autor que liderou o estudo, ressalta a importância científica de estudos de impactos: "os impactos de asteroides e cometas podem ter efeitos significativos na química da estratosfera de Júpiter", explica. "Definir a taxa de impacto é uma parte importante para o entendimento da composição do planeta".

O artigo com os resultados do estudo foi publicado no repositório online arXiv, sem a revisão de pares.

Fonte: Universe TodayForbes

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