segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

China condena jornalista por cobrir o surto de covid-19

China condena jornalista por cobrir o surto de covid-19

Zhang Zhan viajou a Wuhan e publicou informações sobre a evolução da doença na cidade onde o coronavírus surgiu

china condena jornalista

Outros três jornalistas detidos devido à cobertura do surto de coronavírus aguardam julgamento
Foto: Reprodução/YouTube

Partido Comunista da China (PCC) condenou nesta segunda-feira, 28, uma jornalista pela cobertura que ela fez sobre o surto de covid-19 em Wuhan, onde o coronavírus foi descoberto. Zhang Zhan, de 37 anos, vai passar os próximos quatro aniversários na cadeia. Isso porque, no início deste ano, a profissional divulgou nas redes sociais a situação caótica dos hospitais da cidade, publicou dados acerca da evolução da doença e criticou a forma como a ditadura chinesa estava lidando com o patógeno. Em razão disso, Zhang foi detida em maio e enviada a um centro de detenção em Xangai sob denúncia de “provocar distúrbios” — essa é uma terminologia frequentemente utilizada contra os opositores do regime do secretário-geral do PCC, Xi Jinping. Além disso, a Justiça do país acusou a jornalista de ter publicado fake news na internet.

Conforme o advogado de Zhan, Ren Quanniu, ela parecia “abatida” durante o proferimento da sentença. Jornalistas e diplomatas estrangeiros que compareceram ao tribunal de Xangai, em que a Zhan foi julgada, não puderam entrar na sala de audiências. Em entrevista à agência de notícias Associated Press, a defesa manifestou preocupação com o estado de saúde da cliente. Em junho, ela iniciou uma greve de fome por causa da prisão provisória, conforme noticiou Oeste. Zhan não é a única profissional de comunicação na mira do PCC, outros três jornalistas — Chen Qiushi, Fang Bin e Li Zehua — detidos devido à cobertura do surto de coronavírus aguardam julgamento. A ditadura chinesa frequentemente condena os opositores durante as festas de fim de ano, quando diminui a atenção do resto do mundo.

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ERA O BONNER E A RENATA ? - “Gemidão” vaza durante jornal na Globo e viraliza nas redes

 

“Gemidão” vaza durante jornal na Globo e viraliza nas redes

Áudio foi exposto durante momento em que Roberto Kovalick falaria sobre previsão do tempo

Paulo Moura - 22/12/2020 10h28 | atualizado em 22/12/2020 17h18

Roberto Kovalick durante exibição do jornal Bom Dia São Paulo Foto: Reprodução

Um fato desconcertante chamou a atenção da equipe da TV Globo durante a exibição do Bom Dia Brasil, na segunda-feira (21). O motivo foi o vazamento de um áudio de “gemidão” involuntário, durante uma conversa entre os apresentadores Roberto Kovalick e Hélter Duarte.

Constrangidos logo após a exposição do áudio, os dois jornalistas tentaram interromper a conversa. No momento, Kovalick falaria sobre a previsão do tempo, mas acabou entregando a fala ao colega de bancada que ancorava o jornal a partir do Rio de Janeiro.

– Vamos saber como fica o tempo agora? Não? Daqui a pouco a gente vai saber. Hélter, é com você – disse Roberto.

Visivelmente envergonhado, Duarte prosseguiu com o jornal e tentou contornar a situação. “Daqui a pouquinho eu te chamo pra gente falar sobre a previsão do tempo em São Paulo e em todo o país”, disse. Os internautas logo notaram a gafe e comentaram no Twitter.

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MORO, O HERÓI DECADENTE - Moro pede que STF determine novo depoimento de Ramagem

 

Moro pede que STF determine novo depoimento de Ramagem

Ex-ministro se baseou em notícias de que a Abin teria supostamente produzido relatórios para auxiliar a defesa de Flávio Bolsonaro

Paulo Moura - 18/12/2020 17h03 | atualizado em 18/12/2020 17h33

Sergio Moro no programa Roda Viva, da TV Cultura Foto: Marcello Fim/Zimel Press/Agência O Globo

A defesa do ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, solicitou que o Supremo Tribunal Federal (STF) determine um novo depoimento do diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem. O pedido, feito nesta sexta-feira (18), ocorre no âmbito do inquérito que apura uma suposta interferência do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal (PF).

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Na solicitação, a defesa de Moro alega que as informações de que a Abin teria supostamente produzido relatórios para auxiliar a defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos -RJ), na tentativa de anular as investigações do caso das “rachadinhas”, poderiam ter implicações nos fatos apurados no inquérito envolvendo o chefe do Executivo.

– A junção inusitada das circunstâncias fáticas acima relacionadas, mesmo que se tratem, por ora, apenas de notícias jornalísticas, endossa e reforça a imprescindibilidade de novo depoimento do dr. Alexandre Ramagem, bem como a requisição de cópia destes mesmos relatórios permitindo a análise de possíveis implicações pertinentes à questão criminal aqui apurada – diz o pedido.

O pedido feito pela defesa de Moro será analisado pelo relator do caso, o ministro Alexandre de Moraes. O atual chefe da Abin, que chegou a ser nomeado para a direção-geral da PF, já rechaçou, no depoimento anterior que deu ao inquérito, que tivesse contatos com os filhos do presidente, ressalvando que falou apenas com o deputado Eduardo Bolsonaro sobre questões de trabalho.

O PARTIDO DAS TREVAS ( PT ) PERDE - Juiz nega pedido de urgência do PT para tirar Ramagem da Abin

 

Juiz nega pedido de urgência do PT para tirar Ramagem da Abin

Pedido só será apreciado após a volta do expediente judiciário, que acontecerá no dia 6 de janeiro

Pleno.News - 28/12/2020 07h32

Alexandre Ramagem Foto: Divulgação/Secom

O juiz federal Ed Lyra Leal, plantonista da Justiça do Distrito Federal, decidiu que o pedido de afastamento do diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem, apresentado por deputados do PT, não é urgente e, portanto, não deve ser apreciado durante o período de plantão do Poder Judiciário.

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O despacho do magistrado é da noite da última sexta-feira (25), mesmo dia em que parlamentares petistas protocolaram a ação com o pedido cautelar de afastamento. O juiz entendeu que o caso não se enquadra entre aqueles que demandam uma apreciação rápida durante o recesso da Justiça, por juiz plantonista.

A empresa pode demitir o empregado que se recusar a tomar a vacina contra covid-19?

 


No caso da vacina contra a covid-19 cabe esclarecer que, até o presente momento, não existe nenhuma determinação estabelecendo sua obrigatoriedade

A empresa pode demitir o empregado que se recusar a tomar a vacina contra covid-19?

No Brasil, diversas vacinas são obrigatórias por lei. São exemplos as vacinas contra Hepatite B, Difteria, Tétano, Febre Amarela, Sarampo, Caxumba, Rubéola, entre outras.

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Nesses casos, embora o Poder Público não possa forçar ninguém a tomar a vacina, aquele que não o fizer sofrerá algumas consequências


 


No caso da vacina contra a covid-19 cabe esclarecer que, até o presente momento, não existe nenhuma determinação estabelecendo sua obrigatoriedade


Guerra dos mundos