“Me esqueçam”: livro mostra os bastidores do último presidente do Regime Militar militar
Em Me esqueçam: Figueiredo, a biografia de uma Presidência, o autor Bernardo Braga Pasqualette joga luzes sobre o capítulo final don Regime militar e revela facetas sobre o general conhecido por ser truculento e pouco preocupado em se tornar popular

O presidente João Batista de Oliveira Figueiredo (1918-1999)
O General João Batista de Oliveira Figueiredo (1918-1999) assumiu a Presidência da República em 15 de março de 1979 com um desafio nada fácil: promover a anistia dos presos políticos, iniciar a abertura política e ampliar o número de partidos, de modo a restabelecer a democracia e devolver o poder aos civis, depois de 21 anos de ditadura militar.
Com uma economia cambaleante, inflação fora de controle e pressão pela volta das eleições diretas, ele precisava também administrar a chamada Linha Dura, formada por colegas radicais que defendiam a perpetuação dos militares no poder.
Mais de quatro décadas depois, o legado do último dos presidentes do Regime militar começa a ser dimensionado com a biografia Me esqueçam: Figueiredo, a biografia de uma Presidência, do advogado e professor de pós-graduação da PUC-Rio Bernardo Braga Pasqualette, lançado pela Editora Record.
É uma obra extensa, com quase 800 páginas, e que surge como referência para estudiosos da política brasileira nos últimos 70 anos. O autor foca em fatos de relevância, alguns desconhecidos ou esquecidos do general que governou o País no ato final do Regime militar e que deixou o poder pedindo para que o povo o esquecesse.
“O esquecimento pretendido por Figueiredo, entretanto, privaria o país da memória de um dos períodos mais controvertidos da vida política nacional – o capítulo final da ditadura militar”, afirma Pasqualette.
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Na plateia, maioria das pessoas presentes não usava máscaras





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