sábado, 9 de janeiro de 2021

Em tom ofensivo e com afirmação duvidosa, Barroso vulgo Boca de veludo, tece fortes críticas ao "voto impresso"

Em tom ofensivo e com afirmação duvidosa, Barroso tece fortes críticas ao "voto impresso"

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O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, lançou uma nota em que tece fortes críticas à impressão do comprovante do voto.

Para Barroso, não é possível a implantação do voto impresso, por força de decisão do Supremo Tribunal Federal.

“O tribunal concluiu que a impressão poria em risco o sigilo e a liberdade de voto, além de importar em um custo adicional de quase R$ 2 bilhões, sem qualquer ganho relevante para a segurança da votação”, afirmou.

Na nota, o ministro cita ainda que foram eleitos os presidentes Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e o próprio Jair Bolsonaro, além de milhares de outros agentes políticos, “onde jamais houve qualquer razão para supor que os resultados proclamados não corresponderam à vontade popular manifestada nas urnas”.

Entretanto, recentemente a jornalista da Folha de S. Paulo, Mônica Bergamo, oportunamente lembrou que no ano de 2014 o PSDB "pôs em dúvida as eleições brasileiras".

"Em 2014, derrotado pelo PT, [o PSDB] pediu auditoria alegando 'descrença quanto à CONFIABILIDADE da apuração dos votos e à INFALIBILIDADE da urna eletrônica'...", declarou Mônica Bergamo, em uma troca de tuites com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Confira:

Barroso ainda disse mais:

“Cabe lembrar que, nos Estados Unidos, existe o voto impresso, o que não impediu o ajuizamento de dezenas de ações para questionar o resultado eleitoral, todas sem êxito. Tudo o que não se precisa no Brasil é a judicialização do processo eleitoral”, disse.

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Não houve transparência no anúncio sobre a eficácia da CoronaVac: Faltaram dados e sobrou política

 

Não houve transparência no anúncio sobre a eficácia da CoronaVac: Faltaram dados e sobrou política

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A atitude pegou até os jornalistas que cobriam a entrevista coletiva na quinta-feira (07) de surpresa. De fato, ninguém esperava declarações genéricas, sem nenhuma estatística sobre os efeitos colaterais do fármaco.

O Governo estadual e o Instituto Butantan não souberam informar, precisamente, a eficácia e segurança da vacina em pacientes diagnosticados com sintomas leves ou graves. Dimas Covas, diretor da instituição, inacreditavelmente, apresentava os dados “de cabeça”:

“Cento e sessenta e alguma coisa no placebo e sessenta ou menos entre os vacinados”, dizia, “chutando os números no ar”.

Para se ter uma ideia, Moderna, Pfizer e AstraZeneca divulgaram a eficácia de suas vacinas juntamente com a porcentagem dos efeitos colaterais para cada mil participantes.

Com a CoronaVac, não houve isso. João Dória comandava a reunião e Dimas Covas justificava aos jornalistas que um relatório completo seria encaminhado, posteriormente; quando o pedido de aprovação da vacina fosse submetido à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Perguntado quando isso ocorreria, Dimas disparou:

“Não vou trazer esses detalhes na coletiva”.

Sendo assim, de tudo o que o se viu e ouviu até o momento, uma coisa é certa: o anúncio da CoronaVac no Brasil, feito pela Gestão Dória, é muito mais propaganda política do que estudo científico.

Por fim, o Instituto Butantan surpreendeu a todos e fez o inimaginável: Estranhamente, desistiu de solicitar o uso emergencial da CoronaVac no país.

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Fonte: Folha de S.Paulo

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