quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

Remédios usados por Trump são eficazes contra a covid-19

 

Remédios usados por Trump são eficazes contra a covid-19

É o que assegura a farmacêutica Regeneron, responsável pelo tratamento que curou o presidente dos Estados Unidos

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Medicamentos foram liberados pela “Anvisa dos Estados Unidos” | Foto: Divulgação/Regeneron

Pacientes com covid-19, e que precisam de aparelhos de oxigênio de baixo fluxo, apresentaram melhora ao serem submetidos ao tratamento da farmacêutica norte-americana Regeneron. A empresa é responsável por disponibilizar a infectados pelo coronavírus o coquetel de anticorpos conhecidos como casirivimab e imdevimab. Depois de uma semana tomando os medicamentos, o risco de morte ou de necessidade de ventilação mecânica caiu pela metade. Os dados dos testes clínicos apresentados pela Regeneron ainda são preliminares. O estudo focalizou em pacientes cujo organismo ainda não apresenta resposta imune ao coronavírus, o que sugere que são mais suscetíveis à infecção.

“Resultados preliminares em pacientes hospitalizados, bem como os dados do ensaio ambulatorial previamente anunciados, indicam que os anticorpos produzidos pela própria resposta imunológica de um paciente são importantes para controlar a infecção por covid-19”, declarou à imprensa o CEO da companhia, Dr. George Yancopoulos, na quarta-feira 30. Em setembro, a farmacêutica anunciou que a combinação das drogas reduziu o nível viral do patógeno, e que melhorou sintomas de pacientes hospitalizados devido à doença provocada pelo vírus chinês. O tratamento foi a aposta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que conseguiu vencer a doença ao utilizar o casirivimab e o imdevimab.

Leia também: “Covid-19: o que fazer até a vacina chegar?”

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Vaticano apoia uso de vacinas feitas com ajuda de células fetais

 


Vaticano apoia uso de vacinas feitas com ajuda de células fetais

VATICANO, 21 DEZ (ANSA) – O Vaticano afirmou que é “moralmente aceitável” utilizar vacinas contra o novo coronavírus mesmo que tenham sido usadas células originadas de fetos abortados em seu processo de pesquisa e produção.   

O posicionamento está em uma declaração assinada pelo cardeal Luis Ladaria e pelo bispo Giacomo Morandi, prefeito e secretário, respectivamente, da Congregação para a Doutrina da Fé, o mais poderoso dicastério do Vaticano em termos de teologia. O texto foi aprovado pelo papa Francisco em 17 de dezembro.   

“É moralmente aceitável utilizar as vacinas anti-Covid que empregaram linhas celulares de fetos abortados em seu processo de pesquisa e produção”, diz o documento.   

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