domingo, 27 de dezembro de 2020

General Pazuello promete "vacinação em massa" a partir de fevereiro

 

General Pazuello promete "vacinação em massa" a partir de fevereiro

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O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que a previsão é que 24,7 milhões de doses de vacinas estejam disponíveis em janeiro.

“O cronograma de distribuição e imunização é um anexo do nosso plano de imunização", disse Pazuello, ao acrescentar que o cronograma pode sofrer mudanças.
"Você faz a previsão quando contrata, mas às vezes adianta, às vezes atrasa, e a gente vai atualizando esse cronograma."

A expectativa de Pazuello é que alguns grupos prioritários comecem a receber a primeira dose da vacina contra a covid-19 no final de janeiro. A vacinação em massa deve começar a partir de fevereiro.

Segundo o ministro, a vacinação da população em geral deve começar cerca de quatro meses após o término da imunização dos grupos prioritários.

“São quatro grandes grupos prioritários e, após esses grupos prioritários, que a gente visualiza 30 dias para cada grupo prioritário, a gente começa a vacinar a população dentro das faixas etárias”, disse Pazzuelo. Segundo o ministro, esses 30 dias seriam suficientes para aplicar as duas doses da vacina.

Segundo o Plano Nacional de Imunização, nas primeiras fases serão vacinados grupos específicos, como trabalhadores da saúde, idosos, pessoas com comorbidades, profissionais de segurança, indígenas e quilombolas.

“Nós temos contratos firmados com quatro a cinco laboratórios, e eles vão nos dando toda essa cronologia, atualizando nosso cronograma, mas o principal número, a principal data é que até o final de janeiro nós teremos vacinas iniciais, algumas em caráter emergencial, e a vacinação em massa, já com registro, a partir de fevereiro”, disse o ministro.

Pazuello explicou que o ministério provavelmente vai receber mais de um tipo de imunizante, mas as pessoas receberão as duas doses da vacina de um mesmo laboratório, até porque são de tecnologias diferentes.

“Nós vamos monitorar todas essas aplicações para que a segunda dose seja dada efetivamente de um mesmo laboratório que aquela pessoa tomou. Isso é um grande processo de controle e monitoramento.”

O ministro garantiu que a vacina será voluntária e disponibilizada, de forma gratuita, nas salas de vacinação em cada município.

“Nós vacinaremos todos os brasileiros de forma igualitária, de forma proporcional ao número de pessoas por estado e de graça. Confiem nisso, confiem na estrutura do SUS [Sistema Único de Saúde], confiem de que aqui existem pessoas que estão realmente trabalhando diuturnamente para que a gente tenha a vacina distribuída o mais rápido possível e a todos os brasileiros.”

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Sérgio Camargo sofre ataque racista, responde à altura e já prepara processo contra jornal

 

Sérgio Camargo sofre ataque racista, responde à altura e já prepara processo contra jornal

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O presidente da Fundação Palmares, o jornalista Sérgio Camargo, usou o Twitter, na tarde deste domingo (27), para informar que pretende mover ação contra o Jornal do Campus por publicar matéria – contendo injúria racial – com o seguinte título:

“Preto de alma branca: o que faz Sérgio Camargo no comando da Fundação Palmares?”

Camargo respondeu ao insulto, lembrando que, em 2009, o apresentador de televisão, Paulo Henrique Amorim, que faleceu em julho de 2019, fez um post idêntico em seu blog, “Conversa Afiada”, afirmando que o jornalista da TV Globo, Heraldo Pereira, era um “negro de alma branca” e completou:

“Ele não conseguiu revelar nenhum atributo para fazer tanto sucesso, além de ser negro e de origem humilde”, disparou.

Amorim foi condenado a um ano e seis meses de prisão mais multa, por injúria racial, em junho de 2018, pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, que decretou o trânsito em julgado de decisão da 1ª Turma, sem direito a novo recurso. A pena foi convertida em restrição a direitos.

"A Lei n. 9.459/97, introduzindo o dispositivo da injúria racial, criou mais um delito no cenário do racismo. Portanto, imprescritível, inafiançável e sujeito à pena de reclusão", apontou Barroso, na ocasião.

Camargo, que tem sido frequentemente vítima de insultos por esquerdistas, disse que fará de tudo para que o jornal seja condenado e argumentou que “pretos podem discordar da esquerda porque são livres”.

“O falecido Paulo Henrique Amorim foi condenado, em última instância, por chamar o jornalista Heraldo Pereira de “negro de alma branca”. Farei de tudo o que estiver ao meu alcance para que o Jornal do Campus também seja condenado. Pretos podem discordar da esquerda. Pretos são livres!”, finalizou.

Confira:

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