domingo, 27 de dezembro de 2020

Barroso é um palhaço - Barroso diz que o STF evitou um “genocídio” ao impedir medidas do governo Bolsonaro

 

Barroso diz que o STF evitou um “genocídio” ao impedir medidas do governo Bolsonaro

Durante evento da OAB ontem à noite, Luís Roberto Barroso, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou que a Suprema corte evitou um genocídio ao vetar a campanha O Brasil Não Pode Parar, do governo federal, o STF impediu um “genocídio”.

“Num momento em que se recomendava o isolamento social, a política pública de convocação das pessoas ao trabalho e às ruas poderia produzir um genocídio, sobretudo nas comunidades pobres. E, portanto, em nome do direito à vida, e do direto à saúde, o Supremo impediu a difusão dessa campanha”, disse.

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Essa é a segunda vez que um ministro do Supremo relaciona a palavra “genocídio” com a administração do governo Bolsonaro. No dia 11 deste mês, no decorrer de uma vídeo conferência, Gilmar Mendes criticou a ocupação de cargos no Ministério da Saúde por militares — principalmente a chefia da pasta, que é ocupada pelo general Eduardo Pazuello. Na ocasião, em referência aos mortos pelo novo vírus, o magistrado falou que “o Exército está se associando a esse genocídio”.

“Não podemos mais tolerar essa situação que se passa no Ministério da Saúde. Não é aceitável que se tenha esse vazio. Pode até se dizer: a estratégia é tirar o protagonismo do governo federal, é atribuir a responsabilidade a estados e municípios. Se for essa a intenção é preciso se fazer alguma coisa. Isso é péssimo para a imagem das Forças Armadas. É preciso dizer isso de maneira muito clara: o Exército está se associando a esse genocídio, não é razoável. É preciso pôr fim a isso” — disse Gilmar Mendes.

As palavras do ministro — que não atingiam apenas o governo, como também as Forças Armadas — acabaram gerando revolta no núcleo militar da administração bolsonarista.

Ameaça vermelha - Os perigos da anunciação das estrelas do oriente

 

Os perigos da anunciação das estrelas do oriente

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É claro que a afirmação do título não se refere à Estrela de Belém que iluminou o céu de Natal e anunciou a chegada do Menino Jesus guiando os 3 Reis Magos à manjedoura.

Me refiro à China. E aos perigos das suas movimentações tal qual um gigantesco polvo a querer abraçar, dominar e engolir tudo com seus tentáculos espalhados pelo mundo.

Não é preciso ser doutor em geopolítica para saber o que está acontecendo pelo mundo afora. Basta lermos um pouco sobre o domínio que os “camaradas” já fizeram e seguem fazendo na África. Agora, vêm gulosos e insaciáveis ao Brasil.

Quando as páginas das mídias sociais do Presidente da República, anunciam que o Senado da República analisa projeto de lei permitindo que países estrangeiros adquiram até 25% de terras em municípios brasileiros, a estratégia já está armada e sendo consumada. O sinal está dado. E é encarnado de vermelho, como as cores do Natal.

A agravar os avisos e mensagens da vinda destes que são os salvadores só da própria pátria, se soma a informação, também compartilhada pelo Chefe de Estado Brasileiro dando contas que os “chineses fazem proposta de polo pesqueiro para tomar conta de toda a pesca no litoral brasileiro”.

Literalmente, temos que abrir os olhos.

Eles, os chineses, compraram os maiores portos do mundo.

Em férias, aqui em Canto Grande, Bombinhas/SC, no entorno do santuário da reserva ecológica da Ilha do Arvoredo, sou informado por queridos amigos de longa data, pescadores artesanais, que os orientais andam por aqui, firmes, tentando açambarcar para si, com propostas tentadoras, a integralidade da produção de mariscos e ostras (uma das maiores e de melhor qualidade do Brasil).

Ora, se chegaram aqui, vão chegar em todo os lugares.

Se não bastasse a pulga atrás da orelha da origem dessa pandemia ser uma arma biológica de dominação (o que até aqui é só uma hipótese possível e provável), agora temos movimentos concretos e assustadores que vão desde venda de vacinas à implantação de tecnologia 5G.

E no campo interno, os chineses têm aliados fortíssimos agindo como seus representantes comerciais.

E são agentes de peso facilmente identificáveis, tomados pela esperteza e cobiça.

Um deles comanda o maior Estado do Brasil e se chama João Doria. Outros tantos estão sentados em seus majestosos tronos ilusórios com suas togas no que imaginam ser o reino do Supremo Tribunal Federal, e agem com ativismo judiciário escancarado e escandaloso, tentando balançar dia após dia os fundamentos e as estruturas da República.

Como disse a sabedoria de Winston Churchill:

“Uma nação sem consciência é uma nação sem alma. Uma nação sem alma é uma nação que não pode viver”.

Ainda que de forma incipiente, há indícios de riscos à nossa soberania com invasão subliminar do nosso território.

Um dos poderes do nosso Estado é leniente e age para corroer a República.

Só nos resta a nação. É desta que deve vir a reação, firme, forte e contundente, para que não percamos a alma.

Agora é hora da formação de uma força sem precedentes na nossa história para defesa do Brasil, que se mostre legitimamente possuidora do direito de reagir interna e externamente, contra quem quer nos dominar.

Estamos diante de uma questão de sobrevivência!

Os avisos de risco iminente estão na cor amarela das 5 estrelas estampadas no vermelho vivo da bandeira da China.

São sinais de perigo!

Guerra dos mundos