sexta-feira, 21 de agosto de 2020

Mandetta genocida




Mandetta genocida Bolsonaristas sobem hashtag contra ex-ministro

Assunto está entre os mais comentados no Twitter
Por: Kevin Oswaldt / Acústica FM Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil
Mandetta genocida? Bolsonaristas sobem hashtag contra ex-ministro

O ex-ministro da Saúde do Brasil, Luiz Henrique Mandetta, está entre os assuntos mais comentados do Twitter nesta sexta-feira (21). A tag #MandettaGenocida foi levantada por bolsonaristas na rede social, um dia após o livro “Um Paciente Chamado Brasil”, de autoria do ex-ministro, entrar em pré-venda na Amazon.

Na hashtag, os apoiadores do presidente Jair Bolsonaro acusam o ex-ministro de ser o responsável pelo grande número de casos de coronavírus no Brasil. Entre os motivos comentados no Twitter, está a não recomendação do uso da cloroquina no tratamento da covid-19.

 

 

Nesta semana, a China recomendou o uso da cloroquina. A recomendação foi feita na última quarta-feira (19), após atualização nas diretrizes de tratamento da doença, documento que não era atualizado desde o dia 3 de março. No entanto, de acordo com a agência governamental chinesa National Health Commission, o uso da hidroxicloroquina sozinha ou combinada com o antibiótico azitromicina não é recomendado. 

 

Nesta semana, a China recomendou o uso da cloroquina. A recomendação foi feita na última quarta-feira (19), após atualização nas diretrizes de tratamento da doença, documento que não era atualizado desde o dia 3 de março. No entanto, de acordo com a agência governamental chinesa National Health Commission, o uso da hidroxicloroquina sozinha ou combinada com o antibiótico azitromicina não é recomendado.

Lula finge arrependimento por proteger assassino

 

Foto: REUTERS/Max Rossi

Lula diz se arrepender de ter protegido extremista italiano Cesare Battisti

Yahoo Notícias
Foto: REUTERS/Max Rossi
Foto: REUTERS/Max Rossi

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lamentou ter protegido o extremista italiano Cesare Battisti, que no ano passado confessou quatro assassinatos na década de 1970.

"Hoje, acho que, assim como eu, todo mundo da esquerda brasileira que defendeu Cesare Battisti aqui ficou frustrado, ficou decepcionado. Eu não teria nenhum problema de pedir desculpas à esquerda italiana e às famílias atingidas por Battisti", disse Lula em um programa de debates da TV Democracia divulgado na quinta-feira por um canal do Youtube.

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No último dia de seu mandato, Lula negou a extradição e concedeu asilo político a Battisti, que por quatro décadas viveu na França, México e Brasil, alegando ser inocente, até que em 2019 foi extraditado da Bolívia e condenado à prisão perpétua na Itália. 

O ex-presidente alegou que seu então ministro da Justiça, Tarso Genro, assim como outros líderes da esquerda brasileira, estavam convencidos da inocência de Battisti.

Segundo Lula, Battisti, de 65 anos, enganou "muita gente no Brasil". 

"Não sei se enganou muita gente na França, mas na verdade muita gente achava que ele era inocente. Nós cometemos esse erro, pediremos desculpas", declarou Lula, lamentando que o caso tenha "comprometido" suas boas relações com o governo italiano e "com toda a esquerda italiana e a esquerda europeia".

Os familiares das vítimas do extremista italiano na Itália reagiram ao arrependimento do ex-presidente Lula. 

"Desculpas de Lula? Antes tarde do que nunca", comentou ao canal RaiNews, nesta sexta-feira, Alberto Torregiani, filho de Pierluigi, joalheiro assassinado em 1979 pelo grupo radical PAC. 

O filho de Torregiani, que se feriu no tiroteio, ficando paralítico, considerou o arrependimento do ex-presidente "um bom passo".

Para Maurizio Campagna, irmão de Andrea, policial morto aos 25 anos por um comando do PAC, esse é um sinal importante. "É bom que uma pessoa como ele, que foi presidente do Brasil, admita que fez uma avaliação errada. Dá credibilidade. Claro, as desculpas chegaram um pouco tarde, mas estamos felizes", disse à mídia italiana.

***Por Alberto Pizzoli, da AFP

Foice de São Paulo no xadrez

 

Colunista é intimado a depor sobre texto desejando morte de Bolsonaro

Hélio Schwartsman é da Folha de S. Paulo

Gabriela Doria - 21/08/2020 15h19 | atualizado em 21/08/2020 16h15

Hélio Schwartsman terá que depor na Polícia Federal Foto: Reprodução

A Polícia Federal intimou o colunista Hélio Schwartsman, da Folha de S. Paulo, prestar esclarecimentos sobre o artigo “Por que torço para que Bolsonaro morra”. O inquérito para apurar o texto, publicado em julho, foi aberto pelo ministro da Justiça André Mendonça.

No texto, Schwartsman concluiu que se Jair Bolsonaro, à época diagnosticado com Covid-19, morresse, o combate à pandemia no Brasil seria reforçado e outras milhares de mortes seriam evitadas. Para o colunista, “o sacrifício de um indivíduo pode ser válido, se dele advier um bem maior”.

China recomenda uso da cloroquina no combate ao coronavírus Comissão Nacional de Saúde da China recomenda uso do remédio recomendado pelo presidente brasileiro

 

Ministério inclui cloroquina no tratamento de covid-19 já nos primeiros sintomasChina recomenda uso da cloroquina no combate ao coronavírus

Comissão Nacional de Saúde da China recomenda uso do remédio recomendado pelo presidente brasileiroÓrgão responsável pelas diretrizes da saúde pública da China, a Comissão Nacional de Saúde divulgou na última quarta-feira (18) novas diretrizes para o tratamento de pacientes com Covid-19. Entre as medidas recomendadas, está o uso da cloroquina, medicamento que combate a malária, que foi amplamente defendido pelo presidente Jair Bolsonaro como uma ferramenta de combate à doença, mas recebeu forte resistência da imprensa, pela falta de comprovação científica irrefutável da eficácia do remédio contra o SARS Cov-2.

É a primeira vez que a China, país onde se iniciou a pandemia do novo coronavírus, muda oficialmente o “guia” que cria a política de tratamento da doença desde o dia 3 de março. No entanto, a hidroxicloroquina, medicamento semelhante à cloroquina, não é recomendado pela comissão chinesa.

A informação, publicada pelo jornal South China Morning Post, é de que a nova lista inclui também outros medicamentos como Lopinavir; Ritonavir e Interferon.

Gaúcha Julia Gama é eleita Miss Brasil 2020

 

Por G1 RS

 

Guerra dos mundos