Forbidden Planet Planet (Planeta prohibido, 1956) curiosidades del estilo de Anne Francis e inspiración de Kubrick para 2001: Una odisea en el espacio
Leyendo algunos extractos sobre el making of de 2001: Una odisea del espacio, de Stanley Kubrick, editado por Taschen, descubro que el director se inspiró en varias películas de ciencia-ficción, entre ellas, Planeta prohibido (Forbidden Planet, 1956), de Fred M. Wilcox, el primer filme de estas características que la crítica tomó en serio.
Anne Francis siempre con mini, ellos, babeando
La película habla sobre una expedición comandada por Leslie Nielsen (de jovencito, repeinado, antes del fenómeno Aterriza como puedas), que llega a un planeta en el que un científico loco, el doctor Morbius (Walter Pidgeon), y su cándida hija (Anne Francis), siempre con minifalda y descalza, viven felices en una casa futurista, que esconde mil artilugios, entre ellos, un robot llamado Robby. Además de defenderse del ataque de un monstruo invisible (tremendos los efectos especiales, pero para la época me da que eran bastante decentes), Leslie Nielsen tiene tiempo de ligarse a la chica de la peli, a la que aconseja vestir más casta (todo este tema es como para tirarse de los pelos, ella es una mujer florero, él parece un religioso aleccionando a un indio en el descubrimiento de América).
Curiosidades de Forbidden Planet El set del rodaje de la peli es el mismo que el de El mago de Oz (y canta bastante, claro). Ambientada en el año 2200, se dice que fue a finales del siglo XXI cuando los hombres viajaron a la Luna. Estrenada en 1956, sólo trasncurrirían 13 años hasta el primer alunizaje. Planeta prohibido está inspirada en La tempestad, de Shakespeare. Helen Rose fue la diseñadora de vestuario de Anne Francis.
Anne Francis luciendo modeluquis, siempre ocupando el lado derecho de la pantalla.
¿De aquí surgiría (el punto rojo) HAL 9000? Igual de malvado (atención a la forma piramidal)
El robot Robby sujeta el futuro monolito de 2001: Una odisea en el espacio ¿? ;)
A apresentadora da Globo News fala com o repórter Otávio sobre os números da pesquisa Data Folha que indicam o aumento da popularidade do presidente entre as classes de renda mais baixa.
Nos dados citados, ela diz que a taxa de reprovação de Bolsonaro no Nordeste despenca de 52% em junho para 37%.
Veja a reação do repórter Otávio, que ofende os menos favorecidos:
O bilionário e fundador da Microsoft, Bill Gates, está financiando um projeto que pretende escurecer o Sol, espalhando milhões de toneladas de poeira na estratosfera para impedir a fábula globalista do “aquecimento global” na Terra. No entanto, especialistas temem que isso possa, na verdade, provocar uma calamidade global.
Segundo o Daily Mail, o plano parece ficção científica, mas pode se tornar realidade em uma década; todos os dias, mais de 800 aeronaves gigantes levantariam milhões de toneladas de pó de giz a uma altura de 19 km acima da superfície da Terra e, em seguida, as espalhariam ao redor da estratosfera.
Em teoria, a poeira suspensa no ar criaria uma espécie de guarda-sol gigantesco, refletindo alguns dos raios solares e o calor de volta ao espaço, escurecendo aqueles raios que passam, e assim, “salvando” a Terra do suposto “aquecimento climático”.
O projeto, financiado por Bill Gates, está sendo desenvolvido por cientistas da Universidade de Harvard.
O teste inicial de US $ 3 milhões, conhecido como Experimento de Perturbação Controlada Estratosférica (Stratospheric Controlled Perturbation Experiment – SCoPEx) usaria um balão científico de alta altitude (ver foto acima) para elevar cerca de 2 kg de pó de carbonato de cálcio – o tamanho de um saco de farinha – para a atmosfera 19 km acima do deserto do Novo México, nos EUA.
De fato, os planos estão tão avançados que os experimentos iniciais de “nuvens do céu” deveriam ter começado meses atrás.
Os experimentos semeariam uma área de céu em forma de tubo com 800 metros de comprimento e 100 metros de diâmetro. Durante as 24 horas seguintes, o balão seria dirigido por hélices através dessa nuvem artificial, seus sensores a bordo monitorando tanto a capacidade de reflexão do sol da poeira quanto seus efeitos no ar rarefeito ao redor.
No entanto, o projeto SCoPEx está paralisado, em meio a temores de que possa desencadear uma série desastrosa de reações em cadeia, criando um caos climático na forma de secas e furacões graves e levando a morte de milhões de pessoas em todo o mundo.
Segundo o Daily Mail, um painel consultivo de especialistas independentes deve avaliar todos os possíveis riscos associados ao projeto de Bill Gates. Pois, criar o que equivale a um guarda-sol gigante para a Terra pode ter um preço alto, apresentando riscos e danos irreversíveis.
O ser humano não vive sem o Sol, de onde nós também extraímos a vitamina D, essencial para bom desenvolvimento dos ossos e para a prevenção de certas doenças. É o Sol que nos dá calor, luz e nos faz estar mais bem dispostos. É o sol que faz crescer os vegetais e os frutos que nos servem de alimento. Sem o sol não haveria vida na Terra. Por isso, impedir que raios solares cheguem à Terra, poderia baixar a nossa imunidade, propiciando o surgimento e o agravamento de doenças.
Outro temor é que espalhar poeira na estratosfera possa danificar a camada de ozônio que nos protege da radiação ultravioleta perigosa que pode danificar o DNA humano e causar câncer.
Os climatologistas também estão preocupados que tais remendos possam interromper involuntariamente a circulação das correntes oceânicas que regulam nosso clima. Isso por si só poderia desencadear um surto global de eventos climáticos extremos que podem devastar terras agrícolas, exterminar espécies inteiras e promover epidemias de doenças.
O potencial de desastre não termina aí. Tentar diminuir os raios do Sol provavelmente criaria cenários favoráveis a certas regiões do planeta, mas grandes secas em outras, como por exemplo, na África. Pois não é possível mudar a temperatura em uma parte do mundo e não perturbar uma outra. Tudo no clima do mundo está interligado.
Além disso, uma mudança na temperatura média global, por sua vez, mudaria a maneira como o calor é distribuído ao redor do globo, com alguns lugares aquecendo mais do que outros.
Isso, por sua vez, afetaria os níveis de chuva. O calor impulsiona o ciclo da água – no qual a água evapora, forma nuvens e cai como chuva. Qualquer alteração de calor causaria uma mudança nos padrões de chuva. Mas como e onde exatamente não há como prever.
A tecnologia pode até desencadear guerras terríveis. Pois, mexer no clima poderia elevar ao alto o potencial de suspeita internacional e conflito armado.
Digamos, por exemplo, que o governo comunista chinês – que já tem feito experiências com tecnologias que alteram o clima – usou seu crescente conhecimento científico da era espacial para tentar espanar a estratosfera para proteger seus próprios rendimentos agrícolas. Então, dois anos depois, as monções falham na vizinha Índia, causando fome e doenças generalizadas. Mesmo se a ação chinesa não tivesse realmente causado o fim das monções, bilhões os culpariam.
Existe um perigo adicional. A tecnologia envolvida é sedutoramente barata, talvez menos de US $ 10 bilhões por ano. Isso significa que uma nação individual pode usá-la para seus próprios fins – talvez como arma de guerra ou chantagem.
O que impede um governo comunista como o da China de interferir em nosso clima por interesses geopolíticos e econômicos?
Questões ainda maiores surgem. Como se desliga um sistema de “refrigeração global”? E que consequências imprevistas surgiriam se o desligamento fosse feito de repente?
Este projeto de Bill Gates de “salvar” a Terra parece ter muito potencial para se tornar um pesadelo global. “Brincar de ser Deus” poderá levar a consequências desastrosas e a longo prazo.
Weintraub ridiculariza Globo após denúncia de doleiro
15/08/2020 às 12:00
Abraham Weintraub
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Com o seu aguçado senso de humor, o ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub, não poderia deixar de satirizar a Rede Globo após denúncias feitas pelo doleiro Dario Messer.
Em suas redes sociais, Weintraub brincou dizendo ‘não acreditar’ que a Família Marinho está “envolvida em imundice”.
“Família Marinho, dona da Rede Globo, envolvida em imundice??? Não consigo acreditar! Eles sempre tiveram valores morais sólidos, buscando a verdade com ética. Deve ser mentira tudo isso”, escreveu o ex-ministro.
Confira:
Publicação de Abraham Weintraub no Twitter
Dario Messer firmou um acordo de delação premiada com o MPF-RJ (Ministério Público Federal do Rio de Janeiro). Em depoimento, ele afirma ter repassado dólares em espécie para a família Marinho, dona da Rede Globo, diversas vezes, durante aproximadamente 30 anos.
Segundo Messer, um funcionário de sua equipe entregava de duas a três vezes por mês quantias que oscilavam entre 50 mil e 300 mil dólares e estes tais repasses teriam começado ainda nos anos 90.
O doleiro dá nome aos bois e diz que os repasses eram feitos em pacotes de dinheiro dentro da própria sede da emissora.
A grana era entregue para um funcionário identificado como José Aleixo.
A matemática dos possíveis valores repassados é assombrosa.
O próprio presidente Jair Bolsonaro fez a conta:
“30 anos = 360 meses
3 X por mês = 1080 vezes
1080 x U$ 300 mil
U$ 324.000.000,00
U$ 1,00 = R$ 5,42
R$ 1,75 bilhão...
é o valor que pode ter sido repassado, em dinheiro vivo à família Marinho da Globo, segundo o doleiro Dario Messer.”
https://gazetabrasil.com.br/especiais/operacao-lava-jato/doleiro-dos-doleiros-delata-globo-e-diz-que-entregava-dolares-desde-1990-a-familia-marinho/?fbclid=IwAR2jT4jAROKPzpKdj8wCIqdsLE1AYwDo4ZUcFDb8vNlHtieM2jobSDxvah8Dario Messer, mais conhecido como “doleiro dos doleiros”, mencionou supostos serviços prestados para a família Marinho, dona da Rede Globo. A declaração ocorreu em sua delação homologada na quarta-feira (12) com o Ministério Público Federal do Rio de Janeiro, informa a revista Veja.
Messer diz ter realizado repasses de dólares em espécie para os Marinho em várias ocasiões. Segundo ele, a entrega dos pacotes de dinheiro acontecia dentro da sede da Rede Globo, no Jardim Botânico.
Na delação, Messer afirma ter começado a fazer negócios com os Marinho por intermédio de Celso Barizon, supostamente gerente da conta da família no banco Safra de Nova York. De acordo com o delator, os repasses teriam começado no início dos anos 90, quando Messer tocava sua operação de dólar a partir do Rio de Janeiro. Segundo a declaração de Messer, os valores em espécie entregues no Brasil seriam compensados pelos Marinho no exterior, por intermédio da conta administrada por Barizon. Os Marinho depositariam para Messer (no exterior também) o valor entregue em dinheiro vivo no Brasil.
Messer afirma que um funcionário de sua equipe entregava de duas a três vezes por mês quantias que oscilavam entre 50 000 e 300 000 dólares.
(Bloomberg) — A Hon Hai Precision, fornecedora-chave da Apple e de outras gigantes de tecnologia, planeja dividir sua cadeia de suprimentos entre o mercado chinês e os Estados Unidos. Segundo a empresa, o reinado da China como polo de fabricação mundial acabou por causa da guerra comercial.
O presidente do conselho da Hon Hai, Young Liu, disse que está gradualmente expandindo capacidade fora da China, a principal base de produção de eletrônicos como iPhones, desktops da Dell e switches Nintendo. A proporção fora do país atualmente é de 30% em relação a 25% em junho.
Essa proporção aumentará à medida que a empresa – também conhecida como Foxconn – transfira mais operações de manufatura para o sudeste da Ásia e outras regiões. O objetivo é evitar o aumento de tarifas sobre produtos de fabricação chinesa destinados aos mercados dos EUA, disse Liu a repórteres depois da divulgação do balanço.
“Não importa se é Índia, Sudeste Asiático ou Américas, haverá um ecossistema de manufatura em cada um”, disse Liu, acrescentando que, embora a China ainda desempenhe um papel fundamental no império de manufatura da Foxconn, os “dias do país como fábrica do mundo acabaram.”
A escalada das tensões comerciais entre os governos de Washington e Pequim levou fabricantes de aparelhos a diversificarem suas bases de produção fora da China. Liu havia dito anteriormente que o produto mais valioso da Apple, o iPhone, poderia ser fabricado fora da China se necessário.
Os dois países seguem em negociações comerciais, mas os comentários de Liu reforçam a expectativa crescente de que a cadeia de suprimentos de eletrônicos focada na China deve se fragmentar no longo prazo.
A empresa taiwanesa registrou lucro líquido acima do esperado, de 22,9 bilhões de dólares taiwaneses (US$ 778 milhões) no trimestre encerrado em junho, impulsionado pelo aumento da demanda por iPads e MacBooks.
A receita foi de 1,13 trilhão de dólares taiwaneses, mas a Hon Hai alertou que espera que as vendas no terceiro trimestre caiam dois dígitos em relação a 2019, com o atraso do lançamento do iPhone neste ano.